O último dia 24/01 foi um dia especial: Colação de grau da turma de bacharelado em Administração e Comex da UNIP Chac. Sto. Antônio. Não é um fato corriqueiro na minha vida docente ser homenageado. Quem me conhece sabe o porque.
Agora ser homenageado por alunos que estão colando grau quase que
integralmente sem "DP's", significa que eles entenderam qual o meu papel
como professor. Como eu disse na solenidade: "Se a minha família
que está presente, está orgulhosa de mim. Eu também estou muito honrado e
orgulhoso da minha turma de formandos, agora colegas!"
ATENÇÃO: Alunos que neste semestre irão cursar
estratégia. Segue um artigo que usarei nas primeiras aulas. Para os que
já tiveram essa matéria, vejam essa abordagem: A especialista de Harvard Cynthia Montgomery quer que os gestores mudem o modo de pensar em estratégia. Em entrevista exclusiva, ela pede que eles se façam perguntas fundamentais como: “Por que e para quem é importante nossa empresa?” Link para download: http://dl.dropbox.com/u/38813638/SENAC_2013/ESTRATEGIA/razao_T1.pdf
Publicação apresenta pesquisas realizadas por técnicos e bolsistas da Dinte/Ipea
A décima segunda edição do Boletim de Economia e Política Internacional, publicação da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea,
abrange discussões e apontamentos de pesquisas realizadas pela
diretoria no último trimestre de 2012. Mantendo ao caráter temático de
cada edição, nesta, o boletim traz como foco a atual crise financeira
mundial e suas consequências para o Brasil e o mundo.
O objetivo
da publicação é compreender os impactos da crise na economia e na
política, em diferentes regiões do mundo, bem como o posicionamento
estratégico dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e
das principais potências mundiais na busca do seu enfrentamento e
superação.
Edison Benedito da Silva Filho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea,
abre este número com um artigo que apresenta a trajetória da exposição
cambial das empresas exportadoras brasileiras desde 2008 até o período
recente e analisa seus impactos para a vulnerabilidade da economia do
país.
O autor explica que as dificuldades impostas às empresas
brasileiras pela deterioração do ambiente econômico internacional ao
longo de 2008 foram agravadas pelos impactos da brusca desvalorização do
real frente ao dólar e do congelamento do mercado de câmbio no país,
após a falência do banco americano Lehman Brothers, em setembro daquele ano.
O
texto evidencia que é necessário um monitoramento governamental efetivo
do mercado doméstico de derivativos e do grau de exposição cambial do
setor privado
Multilateralismo Vera Thorstensen, bolsista do Instituto e pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), discute, no artigo Impactos da Crise Econômica e Financeira na Regulação do Comércio Internacional,
os desafios da agenda do multilateralismo diante do recrudescimento da
crise, que tem incentivado os países a buscarem, nos acordos
preferenciais de comércio, uma alternativa para promover a integração
econômica e política.
A autora destaca que as negociações da
Rodada Doha, iniciadas em 2001, encontram-se bloqueadas, desde 2008,
pela falta de interesse político de seus membros em concluir mais uma
etapa do processo de liberalização e estabelecimento de novas regras
para o comércio internacional. A autora defende que a estagnação abala o
sistema de comércio, que se vê pressionado pela necessidade de avançar
na negociação de novos temas de regulação.
O quadro
internacional, segundo o texto, é de fragmentação da estrutura de
regulação do comércio, com a multiplicidade de foros e os inevitáveis
conflitos de regras. Nesse contexto, argumenta Thorstensen, o Brasil
deveria abrir diversas frentes de negociação, não só para explorar
vantagens e desvantagens comerciais, mas também para sinalizar aos
setores industriais e de serviços que o país não pode ficar isolado no
cenário atual.
Os demais artigos abordam a situação da Rússia em
meio à crise econômica internacional; regionalismo concorrente no leste
asiático; acordos de investimento na América do Sul; e a transição de
poder global na segunda década do séc. XXI.
ROMEIRO, Ademar Ribeiro. Desenvolvimento sustentável: uma perspectiva econômico-ecológica. Estud. av. [online].
2012,
vol.26, n.74, pp. 65-92.
ISSN 0103-4014.
O
objetivo do trabalho é oferecer uma definição de desenvolvimento
sustentável de uma perspectiva econômico-ecológica. Para tanto, foram
analisadas inicialmente as condições históricas da formulação e a
evolução do conceito de desenvolvimento sustentável, de suas origens
como ecodesenvolvimento até sua nova apresentação como economia verde. Em seguida, foram avaliadas as premissas do conceito de sustentabilidade fraca
que permite à economia ambiental neoclássica desconsiderar a realidade
natural em suas formulações de políticas ambientais. Por sua vez, a
análise dos fundamentos teóricos da economia ecológica possibilitou
chegar a uma definição de sustentabilidade estritamente ecológica,
condição necessária para a definição de desenvolvimento sustentável
proposta. Finalmente, são analisados os problemas para atingir o
crescimento zero sem gerar uma crise e para mudar as expectativas de
consumo em sociedades de consumo. Uma definição sucinta de
desenvolvimento sustentável é, então, proposta.
O texto discute o conteúdo da esperança da classe trabalhadora no Brasil
de nossos dias, considerando as lutas do movimento sindical por
melhores condições de trabalho e remuneração e o papel da produção de
conhecimento próprio nesse processo. Essa discussão tem como ponto de
referência principal o sonho proletário de uma vida boa e a
responsabilidade da atual geração de dirigentes sindicais na formação de
jovens trabalhadores no sentido da construção de uma utopia para a
transformação da sociedade.
SOCHACZEWSKI, Suzanna. O proletariado, a esperança e o sonho de uma vida boa. Estud. av. [online].
2012,
vol.26, n.75, pp. 281-288.
ISSN 0103-4014.
Por: Fabio Vizeu
Francis Kanashiro Meneghetti
Rene Eugenio Seifert
O objetivo deste texto é ensaiar uma crítica ao conceito de desenvolvimento sustentável, por meio da articulação de argumentos para se confrontar a visão aparente desse conceito, vislumbrando sua essência ideológica que, de forma nada ingênua, cria uma falsa noção de conciliação entre o capitalismo e a questão ecológica. Para se alcançar esse objetivo, busca-se, na perspectiva Frankfurtiana, a base metodológica para ensaiar esta crítica. Apresentam-se, dessa forma, os fundamentos da contradição do conceito de desenvolvimento sustentável sob a ótica da lógica interna do capitalismo, demonstrando a impossibilidade de conciliação entre uma suposta prática ecologicamente viável com os objetivos desse sistema.
Quando Rosemary saiu das sombras de seu chefe direto, Lula, e ficou
mais famosa do que vilã de novela, ao ser demitida por Dilma, a fofoca
correu o Brasil: “Sabia que ela era amante de Lula?”. Um amigo me dizia
saber de fonte segura e insuspeita, do Palácio. Outro comentava apenas
que era óbvio: “Eles viajavam juntos para todo lado, ela era uma
secretária com superpoderes e com passaporte diplomático”.
O assunto começou a me dar asco. Creio que muitas mulheres já se viram
em situação parecida. Foi promovida? É porque deu para o chefe. Viajaram
juntos, foram para o mesmo hotel? É claro que transaram.
Inicialmente, nenhuma reportagem deixou claro que os dois teriam uma
relação amorosa ou sexual. Mas todos os eufemismos foram usados. Rose é
“amiga íntima” de Lula. Dona Marisa Letícia “não gosta de Rose”. Rose
chama Lula de “tio”. Lula chama Rose de “Rosa”. Pedidos de Rosa para
ajeitar a vida da filha e do ex-marido eram como ordens. Rose “rodou o
mundo” com Lula. A Polícia Federal “gravou 122 ligações pessoais entre
Rose e Lula”.
Não me interessa saber se o PR – sigla usada por Rosemary para tratar
do então presidente em e-mails – e sua ex-chefe de gabinete em São Paulo
trocavam carinhos. Se havia um caso consensual entre dois adultos, isso
interessa apenas à ex-primeira-dama. A julgar pela ausência de Dona
Marisa em evento do Calendário Pirelli, no Rio de Janeiro, onde Lula se
aboletou sobre o decote de Sophia Loren, ele não escapará da CPI
doméstica.
O importante para todos nós é que Rosemary, falastrona, não só pedia
favores pessoais em nome de Lula. Para obter o que queria, ela se identificava como sua “namorada”.
Se for verdade, e ela usou o sexo ou o amor como trampolim para
defender interesses privados, isso é imoral, ilegal, irregular. Mulheres
assim prestam um desserviço à categoria. E Lula, até que ponto ele
permitiu que sua intimidade contaminasse suas decisões como líder
político? Não é imoral apaixonar-se. Mas um presidente não pode misturar
vida privada e pública, sob pena de, nas suas próprias palavras, “ser
apunhalado pelas costas”. Dilma não gostou.
Até que ponto Lula deixou
sua intimidade contaminar
o Poder e, agora, acuar
o governo Dilma?
A imprensa sempre protegeu a vida particular de Fernando Henrique
Cardoso e nunca fuçou suas aventuras ou romances extraconjugais. Era
tabu falar de filhos de FHC fora do casamento, por ser um assunto
estritamente privado. O adultério do senador Renan Calheiros só veio à
tona porque havia uma empreiteira no meio do amorzinho com Mônica
Veloso, a mineira que escancarou na Playboy os bens materiais de Renan.
Esquecendo o lado picante – já que Rose não é nenhuma Mônica Veloso e
nem com plástica seria convidada a posar nua –, os maiores estragos
morais vêm do abominável “pequeno poder” de nossa República. Instalado
por um governo queprometia ética, ética, ética. As revelações diárias da
Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, sobre as tramoias dos
personagens envolvidos com o escritório da Presidência da República em
São Paulo chocam, de certa maneira, até mais que o mensalão, um
escândalo da alta política.
A Porto Seguro mostra a teia da baixa política. Um dos fios podres é a
desmoralização de agências reguladoras. Com a indicação de Rose e a
cumplicidade do senador “incomum” José Sarney, o Congresso aprovou
raposas para regular os galinheiros. Foi o caso de Paulo Vieira, cuja
incompetência técnica para dirigir a Agência Nacional de Águas (ANA)
tinha sido atestada por especialistas.
Paulo chamou alguém do mesmo sangue, Rubens, para dirigir a Agência
Nacional de Aviação Civil (Anac). Os irmãos Vieira são acusados de
coordenar um esquema de pareceres irregulares que favorecem amigos,
senadores e parentes. Diplomas falsos, avaliações de faculdades no MEC,
cargos apadrinhados em autarquias do governo, construções de portos e
mansões particulares em ilhas de cabras e bagres. Violando regras e
procedimentos. Rose e Paulo, amigos há dez anos, planejavam abrir um
curso de inglês em São José dos Campos, Red Balloon (ou Balão Vermelho).
É uma história muito brega, se não fosse perigosa.
Lula agora precisa explicar direitinho quem o apunhalou. Nunca antes na
história um presidente foi tão traído. Duvido que fale antes da viagem
de duas semanas que fará, a partir desta sexta-feira, para Paris,
Berlim, Doha e Barcelona.
Há outra pergunta que não sai da minha cabeça. Qual foi o motivo da demissão fulminante de Rose?
1) um ato de coragem e retidão de Dilma por não compactuar com a corrupção?
2) um ato de irritação com uma personagem de cujo caráter Dilma suspeitava havia anos, tendo alertado Lula em vão?
3) uma manobra para evitar que Rose deponha no Congresso (governistas
se opõem a sua convocação alegando que ela já foi demitida)?
Se a afobada Rose diz que não fez nada “imoral, ilegal ou irregular”, vamos dar a ela a chance de se defender. Não?
As pessoas devem buscar se valorizar, essa valorização não deve ser confundida com arrogância ou prepotência.
Desta forma, se o profissional é extremamente qualificado não deve permitir que zombem da sua atividade profissional, isso significa não tolerar descasos, como entrar para assistir a sua aula e ficar no celular durante a aula.... ==============================================
Como coordenador geral de unidade, tenho liderado muitas bancas de contratação de professores, além de receber milhares de CV´s.
Primeiro, se o docente não encaminha o endereço ou o "Lattes" dele, demonstra que existe algo estranho. Abaixo, algumas frases retiradas dos CV´s:
"Coordenador Pedagógicas dos cursos de Administração de Empresa e Contabilidade Associação Fundação Instituto de Psicobioligia da UNIFES – Escola Paulista de Medicina"
O que é coordenador PEDAGÓGICAS? Seria Pedagógico? E o que é PSICOBIOLIGIA? DA UNIFES? Seria Psicobiologia da UNIFESP?
Dureza, se o indivíduo não tem cuidado com o CV dele, como quer ser docente?
É também duro ouvir de ocupantes de cargos de coordenação frases do tipo: "atualizem os seus "Lattes", é só salvar alguma coisa. Eu por exemplo não abro o meu fazem uns 3 anos..."
Como assim, cara-pálida? Você não é coordenador? Não está no meio acadêmico e portanto deve-se manter atualizado? Em tempo: esse coordenador não tem formação "Stricto senso" (mestrado ou doutorado).
E assim caminha a nossa educação!!!!
E você me pergunta, o que eu faço para mudar? Procuro ajudar os meus alunos a se desenvolver e identificar esses "picaretas".
Entende-se por receita operacional bruta anual a receita auferida no ano-calendário com:
o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria;
o preço dos serviços prestados; e
o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.
Na hipótese de início de atividades no próprio ano-calendário, os limites acima referidos serão proporcionais ao número de meses em que a pessoa jurídica ou firma individual houver exercido atividade, desconsideradas as frações de meses. Nos casos de empresas em implantação, será considerada a projeção anual de vendas utilizada no empreendimento, levando-se em conta a capacidade total instalada.
Quando a empresa for controlada por outra empresa ou pertencer a um grupo econômico, a classificação do porte se dará considerando-se a receita operacional bruta consolidada.
Entes da administração pública direta não são classificados por porte. Para fins de condições financeiras serão equiparados às grandes empresas.
As pessoas físicas não empresárias são equiparadas, quanto ao porte, conforme sua renda anual, às categorias da classificação de porte de empresas.
Para as empresas médias-grandes serão aplicadas as mesmas condições das grandes empresas, ressalvadas as disposições em contrário.
A classificação do porte das empresas foi definida nas circulares nº 10/2010 e 11/2010, de 05 de março de 2010.