Quem tem interesse no tema Responsabilidade Social Corporativa e Globalização pode conhecer o artigo no seguinte endereço: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/responsabilidade-social-corporativa-e-a-globalizacao/60877/
FELIZ NATAL
"Eu estou pensando em você hoje porque é Natal, e eu lhe desejo felicidade.
E amanhã, porque será o dia seguinte ao Natal,
Eu ainda lhe desejarei felicidade.
Eu posso não ser capaz de lhe falar sobre isto diariamente,
Porque eu posso estar ausente, ou nós podemos estar muito ocupados.
Mas isso não faz diferença
- Meus pensamentos e meus desejos estarão com você da mesma forma.
Qualquer alegria ou sucesso que você tenha, me fará feliz. Me iluminará por todo ano.
Eu desejo à você o Espírito do Natal". Van Dike
Autonomia universitária e a USP
Definição do prof. Michael Lowy, SOCIÓLOGO E PESQUISADOR DO CENTRE NATIONAL DE LA RECHERCHE SCIENTIFIQUE (CNRS), DE PARIS, sobre autonomia universitária.
“Autonomia universitária significa que o papel da universidade é transmitir conhecimento, cultura, ciência – e não mercadorias. Quando o papel do ensino se resume a permitir que estudantes adquiram um diploma, ou a prepará-los para encontrar um posto a serviço do management, do marketing, perde-se a qualidade humana, cultural e pedagógica da universidade. As universidades estão se tornando meras empresas voltadas para a produtividade, a racionalidade instrumental mercantil. E, obviamente, boa parte dos estudantes e professores resiste a isso, defende o estatuto da universidade como lugar de produção de cultura e conhecimento, com autonomia em relação ao mercado, à economia e às empresas”.
O clamor dos estudantes é só a ‘faísca’ de algo maior: uma indignação com a ordem das coisas, diz o prof. Michael
“É muito maior que isso. Há uma indignação com a ordem das coisas no mundo. Um sentimento de cólera – e cólera com alta qualidade ética e política. O começo de qualquer movimento ou mudança social sempre se dá com um estado de espírito indignado, a começar na juventude. E fácil de entender o porquê de tanta indignação. Estamos numa situação em que a ordem social parece cada vez mais irracional, promovendo desigualdades gritantes, promovendo os excessos do mercado financeiro, a destruição do meio ambiente. As razões para a indignação são evidentes. Têm a ver com o sistema. Por mais que comece com uma história de maconha e confronto com a polícia, acaba se transformando em um protesto antissistêmico. Em última análise, o objeto de indignação é o poder exorbitante do capital mostrando a sua irracionalidade e desumanidade. Muitas vezes, isso é formulado explicitamente nesses termos. Outras, não. Mas a questão está subjacente em todos os protestos recentes. Nós, sociólogos, precisamos tentar entender por que isso não começou mais cedo. Porque as razões para a indignação já existiam. Pelo jeito, foi necessário uma acumulação de descontentamento e um sentimento de que não é mais possível tolerar tal situação. E de que é preciso se revoltar, sabendo ou não se se conseguirá impor alguma mudança. Há um imperativo categórico de revolta, no sentido kantiano. Há coisas que você precisa fazer, mesmo sem ter certeza de em que vai dar. E quanto maior a participação ativa dos jovens, dos estudantes e de outros setores, cria-se uma relação de forças que pode pelo menos impor limites ao sistema e, sobretudo, criar uma tomada de consciência. Isso talvez seja o mais importante: a tomada de consciência. O Ocupe Wall Street não conseguiu arranhar o capital financeiro, mas despertou consciência crítica em grandes setores. Eis um evento importante. Histórico até”.
Fonte: Estadão de 13/11/2011
USP e o Ranking
Nas últimas semanas, foram divulgadas as mais recentes edições dos principais rankings de universidades mundiais, nos quais a USP tem obtido posições de destaque entre as melhores instituições do mundo. Entretanto, ao se analisar os cinco mais importantes rankings, que divulgaram suas listas relativas ao ano de 2011 — Academic Ranking of World Universities (ARWU), QS Top Universities, SCImago Institutions Rankings (SIR) World Report, Times of Higher Education e Webometrics —, é quase inerente a pergunta sobre por que a posição da USP varia tanto em cada um deles.
Faça o download do anexo entenda mais sobre os rankings.
A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
Este artigo facilita a compreensão do tema ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL.
Resumo:
O presente trabalho propõe reunir conceitos e idéias, e provocar questionamentos a respeito da estratégia organizacional, sob a perspectiva da competitividade, procurando demonstrar como as estratégias organizacionais incrementam a competitividade. Observa-se que as recentes transformações no mundo globalização e na nova economia causaram alterações profundas na estrutura do ambiente empresarial, principalmente no que se refere ao aumento da velocidade de mudanças e do aumento da concorrência na busca por competitividade.
Assim, as empresas passam adotar métodos de gestão que sejam mais adequados a esta nova realidade ambiental. Os estudos de Porter deram uma contribuição relevante ao entendimento de competitividade, entretanto, eles enfatizam o ambiente externo e consideram a indústria como unidade de análise ou objeto de estudo. O sucesso no mundo competitivo atual depende, sobretudo, de respostas rápidas e capacidade gerencial para coordenar recursos tangíveis e intangíveis para atingir objetivos organizacionais.
Para download clique aqui.
Economia Política da Sustentabilidade
Tema muito comentado na atualidade, vale a pena conhecer esse texto de Ademar Romeiro da Unicamp, publicado em 2001. Clique aqui.
O objetivo principal do trabalho é o de mostrar como o desafio da sustentabilidade não tem como ser enfrentado a partir de uma perspectiva teórica que desconsidera as dimensões culturais e éticas no processo de tomada de decisão o qual, por sua vez, será supra-individual. Sua estrutura analítica é composta de uma seção onde se discute a capacidade de intervenção humana na natureza e a noção de limites. Outra seção apresenta uma análise das duas principais correntes teóricas em economia sobre a questão ambiental. Em seguida se discute as dificuldades de mudança em função da contradição existente entre padrão de consumo e padrão de acumulação. O trabalho termina com uma análise do processo de tomada de decisão sob incerteza, que inclui uma apresentação do Princípio da Precaução e de uma proposta metodológica de classificação e hierarquização dos problemas ambientais (ciência pós-normal).



